[Na rede] Uma escola rendida à "espectacular" comida vegetariana

Atualizado: 21 de Jan de 2019

Em Fornos de Algodres, a cantina já serve uma opção vegetariana por dia há três anos.



“Soja à portuguesa: hidratar a soja e deixar marinar com alho picado, adicionar as batatas fritas e o molho da marinada e, no final, juntar os coentros.” Não foi preciso ver um programa de culinária para aprender a cozinhar comida vegetariana. Aos 47 anos, Paula Felício, cozinheira da cantina do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres, ganhou mão para os legumes, a soja e o seitan.

Paula aplica estes e outros ingredientes sem carne ou peixe em receitas que segue de uma espécie de livro de culinária da Direcção-geral da Educação. Todos os dias há menus vegetarianos diversificados. Esta semana, terça-feira é dia de soja à portuguesa. Quarta-feira haverá salada de três feijões com batata. E quinta e sexta? Esparguete de cogumelos, acompanhado de favas com mistura de legumes, e estufado de grão com legumes e batata cozida.

Desde Junho de 2017 que a alternativa vegetariana é obrigatória nos estabelecimentos de ensino, mas na escola de Fornos de Algodres, no distrito da Guarda, o menu vegetariano existe há três anos. E o balanço é positivo, dizem os alunos e responsáveis da escola.

Os 530 alunos da escola têm a opção de escolher comer, por exemplo, “soja à portuguesa” em vez de “carne de porco à portuguesa”, com a garantia de todas as proteínas e vitaminas necessárias.


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